terça-feira, 24 de novembro de 2009

comentários-coisinhas

LUA NOVA (o filme)
O filme Lua Nova é tão bom quanto o livro, ou seja, ruim. Os diálogos são melodramáticos e clichês, as cenas de ação poderiam ser melhores, e até mesmo os efeitos são fracos, se compararmos com o que é possível fazer hoje em dia. A indicação dos meses na cena em que é mostrada a passagem do tempo (Outubro-Novembro-Dezembro) subestima a inteligência de qualquer espectador, até mesmo das adolescentes histéricas por abdômens sarados.
E para finalizar, está comprovado: Bella Swan é a personagem principal mais imbecil já criada na literatura e no cinema (se é que 'aquilo' pode ser considerado literatura ou cinema).

HARRY POTTER E O ENIGMA- DVD
Chegou o DVD mais esperado do ano (pelo menos por mim). Os extras são muito bons (os melhores de todos os DVDs dos filmes anteriores), mesmo com o excesso de propagandas dos lançamentos dos DVDs definitivos do primeiro e segundo filmes (afinal, sempre tem aquela coisa de "versão do diretor", "cenas nunca antes vistas", etc) e do lançamento do Parque Temático em Orlando.
Se me permitem um adendo: até que me deu vontade de ir ao Parque, mas só se um dia eu estiver de passagem pela Flórida, afinal a entrada deve ser o olho da cara.
Ainda não tive coragem de ver como ficou a dublagem do filme.

A LEI E O CRIME- primeira temporada
Junto com Harry Potter, chegou meu box de DVDs da série A Lei e o Crime. Aos poucos vou rever a série. E já aguardo o lançamento do filme, sabe-se lá quando.
O Box que eu comprei veio com o erro (sem o nome do Marcílio Moraes e dos roteiristas), e poderia ter vindo pelo menos com legendas em português (para surdos). A imagem também poderia ser widescreen. Mas só de terem lançado a série em DVD já é um avanço.


É isso. Afora minhas preocupações em encontrar um rumo mais palpável em minha vida, vou levando as coisas. Fui.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Lua Nova??

Primeiro de tudo: o título Lua Nova é ruim. Depois de muito pensar, cheguei a uma conclusão para o motivo do título que só confirmam o excesso de melodrama.
Ontem, terminei de ler o livro cuja adaptação cinematográfica chegará às salas de projeção neste fim de semana. Devo assistir ao filme no domingo, agradecendo ao fato de as cópias em Itu serem legendadas (coisa rara).
O livro é muitas vezes pedante e piegas. As afirmações descaradas da personagem Bella sobre seus sentimentos por Edward soam falsas. É até ridículo ler frases como "Meus pulmões encheram-se do doce aroma que vinha da pele dele"; ou Edward dizendo "Antes de você, Bella, minha vida era uma noite sem lua". Em vez de filmes de Hollywood, talvez fosse mais coerente se fizessem adaptações para a TV em forma de novelas da Televisa.
Às vezes eu me pergunto o que faria uma mulher gostar de um corpo frio "como cobertor úmido". A construção da personagem principal faz com que a menina seja mais uma versão literária (literária??) da cultura 'emo' do que uma mulher apaixonada. É difícil discorrer sobre o livro Lua Nova sem usar a palavra 'infantil'.
Se fosse possível fazer um 'spin off" da saga com as histórias de "Carlisle" ou do clã "Volturi", e quem sabe dos indígenas "lobos", poderiam surgir histórias muito mais interessantes que a original.

Mesmo assim, se eu tiver tempo, vou me esforçar para ler os outros dois livros da série, por curiosidade, caso eu possa emprestá-los (afinal não pretendo gastar meu dinheiro com isso).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

sobre mulheres... análises da TV...

Mônica Iozzi
A nova integrante do CQC ainda não teve seu contrato renovado com a Band. Mesmo ainda incerta na emissora que a descobriu por meio de concurso, a repórter "de preto" não parece preocupada. Seria um grande erro se a Band não renovasse contrato, já que a repórter se motrou uma escolha acertada para integrar a trupe de terno. Com seu humor sutil e irônico, Mônica Iozzi não precisa se preocupar caso a emissora dos Saad não renove seu contrato. Não vão faltar emissoras interessadas.

Geisy Arruda
Celebridades sem talento algum recheiam o showbiz brasileiro. Em geral, são modelos sem nada na cabeça, participantes de reality shows ou ex-amantes de atores/atrizes (ou tudo isso junto). Mas ver uma (ex?) estudante universitária virar famosa da noite para o dia porque foi hostilizada no campus por usar saia curta... isso é novidade (uma novidade não muito bem vinda, diga-se de passagem).
Agora a loira de megahair vai participar do Casseta e Planeta.
Não sei o que é mais bizarro: a mocinha que se aproveitou do caso policial para ficar famosa, ou o humorístico decadente fazer o convite para aumentar a audiência.

Amanda Françozo
Definitivamente, a Record acertou na escolha de pelo menos uma das apresentadoras do Hoje em Dia. Enquanto Gianne Albertoni ainda se mostra meio crua, Ticiane Pinheiro parece ter estacionado em suas limitadas funções, e Celso Zucatelli manchou sua imagem após incitar uma repórter a invadir o link da Globo, Amanda Françozo se mostra coerente, simpática e eficiente no programa.

A morena merecia o comando total do programa que, aliás, vem decadente e precisa de melhoras urgentes (e ao dizer melhoras, não me refiro à exploração da Fazenda, que certamente trará mais audiência, mas ao conteúdo do matinal, para que continue sendo referência na TV brasileira).

domingo, 15 de novembro de 2009

2012... um filme legal com coisas estranhas

O filme 2012, de Roland Emmerich, é um show de efeitos especiais que mostram o mundo sendo destruído. O diretor de filmes catástrofe cria uma obra cheia de referências confusas acerca de religião, etnias e poder.
No filme, além de o presidente dos EUA ser negro (algo comum nesses tipos de filme, mesmo antes da eleição de Obama), o cientista responsável pela difusão das descobertas a respeito do fim do mundo também é negro. Aliado a isso, temos personagens russos duvidosos.
A religião está muito presente por lá, e a destruição ridícula do Cristo Redentor, no Rio, é a menor delas. A presença de monges do Tibet, a destruição do Vaticano e a citação religiosa do presidente dos Estados Unidos parecem difundir a diversidade religiosa no mundo. O filho do personagem principal do filme, vivido por John Cusak, se chama Noah (Noé, em inglês).
A construção das Arcas para salvar o mundo só foi permitida devido ao pagamento de multi-bilionários, o que mostra como ser rico é crucial para se manter vivo nos dias de hoje.
Mais importante que isso é a diversão de ver cenas de destruição do mundo.
O resto é devaneio.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sampa
Ontem fui a São Paulo dar uma olhada no local em que vou fazer o curso em Janeiro. Ainda preciso pagar pelo curso e definir outras coisas, como o transporte e o pagamento. Mas as coisas já estão seguindo em frente.
Aproveitei que estava com minha mãe e fomos comer um belo sanduíche de pernil no Mercado Municipal. Depois fomos ao Museu da Língua Portuguesa. Adorei de novo, apesar de o primeiro andar ter sido fechado. Ainda encontrei a Sue, que estava lá com seus alunos de Jaguariúna.

Precisa...
Às vezes acho que eu precisava de uma sacudida na minha vida. Alguma mudança, ou bastante tempo de trabalho para parar com meu tempo livre. Mas enquanto isso não acontece, vou aproveitar e curtir o que puder.

Apagão
Eu estava no banheiro quando aconteceu o fatídico apagão em metade do país. Antes de dormir, ainda li um pouco do meu livro, com ajuda de uma "lanterninha para leitura" que eu tenho guardada. Já passou. Agora temos que nos preocupar e cobrar do poder público o reforço da transmissão de energia no país. Afinal não podemos nos permitir que isso aconteça. Imagine isso ocorendo durante a Copa ou as Olimpíadas. Não dá.

Embaraços na Record
Nesta semana, dois embaraços aonteceram na Record, e ambas as situações já estão "bombando no Youtube", como diz o povo.
Primeiro foi a entrada ao vivo no Hoje em Dia para tentar entrevistar o Secretário das Minas e Energia. Devido à insegurança da repórter e à insistência do apresentador, eles tentaram invadir o link da Globo, alegando que o Secretário estava parado, esperando para dar entrevista ao vivo para a Globo. A situação pegou mal pra Record, que não soube quando parar e se fez de coitada. Será que o Secretário já não tinha marcado com a reportagem que estava lá?
O episódio gerou polêmica e dividiu opiniões. Vale destacar que a entrada ao vivo era para a Globo News.
Como lição do acontecimento, sugiro que se façam mais coletivas.

Embaraço número 2.
O que foi a desistência de Marcos Duarte na edição excepcional de quinta-feira? Além de confuso, rápido e sem a participação dos jurados, o programa foi estranho. Marcos Duarte alegou que estava piorando sua doença na pele devido ao nervosismo. Rodrigo Faro não pareceu nem um pouco surpreso, apesar de ter tentado.
É fato que o candidato se mostrou o mais tímido e menos preparado para vencer o programa, mas também é fato que ele conquistou muitos brasileiros com sua simplicidade e sua história. Particularmente, eu sempre concordei com as afirmações dos jurados, que afirmavam que ele não estava preparado para ganhar.
Anteriormente, no programa, ele já demonstrou saber que não estava no patamar dos concorrentes, e uma vez disse que ficou com "peso na consciência" por outros terem saído, enquanto pedia, indiretamente, para que não votassem nele.
Se a desistência dele foi por causa de pressão interna, de doença na pele, ou se foi tudo combinado, é complicado dizer. Mas que o episódio ficou estranho, isso ficou. Estranho e suspeito. Mais uma polêmica... e há poucos de dias do polêmico A Fazenda.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Um poema de Fernando Pessoa combina muito bem com meus últimos dias:
“Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro pra ler
E não o fazer!
Ler é maçada
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura”


Pergunto-me se nosso querido poeta português escreveu isso por inspiração ou transpiração. Creio que tenha sido por transpiração, e considerando que escrever é transpirar (em um sentido metafórico, obviamente), vou transpirar no teclado do laptop após transpirar na esteira da academia.


As coisas continuam a acontecer lentamente, e eu continuo pensando em algumas coisas (se vou ou não fazer). Mas isso não vem ao caso.


Estou lendo Lua Nova. Continuação de Crepúsculo. A personagem Bella está em primeiro lugar na lista de personagens mais irritantes da literatura. Ainda não li muita coisa do livro devido ao motivo mostrado pelo poema.


Ídolos 2009
Impressão minha ou o Ídolos deste ano está com o nível mais baixo? Com exceção, é claro, de Priscila e Diego, os cantores que merecem chegar à final do programa (mas não sei se vão).

E quem é aquele Marcos Duarte? O caboclo tá sendo bem votado sem merecer. Ele mesmo reconhece isso. Um belo de um tapa na cara dos jurados, que não deveriam tê-lo permitido passar das primeiras fases.


Viver a Vida
A novela das nove da Rede Globo está chata, mas com boa audiência. Assim como todas as novelas de Manoel Carlos. Só Lília Cabral pra brilhar em uma novela onde nada acontece. Atriz boa é atriz boa. E ponto.



One Tree Hill
Eu tinha me esquecido da série que eu acompanho. A sétima temporada já começou, e eu fiz o download de todos os episódios que não tinha visto. Em alguns minutos, verei o 8º episódio. A série não está como antes, mas ainda está boa para assistirmos no embalo. Pra mim, é interessante acompanhar os episódios agora que tenho uma noção um pouco melhor da escrita de roteiros para seriados.


Por falar em roteiro...
Eu e um amigo meu estávamos conversando sobre umas ideias muito loucas sobre escrever um roteiro de filme. Não vou dar detalhes porque tenho medo que alguém me copie (plágio é tão difícil de provar). Mas acho que vai ser legal eu tomar vergonha na cara e escrever algumas coisas, para praticar um pouco (e produzir o filme algum dia, quem sabe - sonhar não dói).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Atualizações e contagem de tempo


Fazia tempo que eu não dava um 'upgrade' neste blog. Tentei deixá-lo com um visual mais leve, e por pouco não mudei todo o modelo do layout do blog. Mas preferi deixar para uma outra oportunidade.
Acho que é importante mudar um pouco para não deixar o cérebro acostumado com as mesmas coisas.

Quando estava mudando, me peguei tentando lembrar da história deste blog: de quando ele começou, etc. Na verdade nem me lembro quando ele começou. Claro que quanto a este blog, especificamente, basta ver seus arquivos. Mas antes dele, eu tinha em outro domínio.
O começo da ideia de ter um blog surgiu no Ensino Médio, quando eu pensei junto com alguns amigos em fazer uma espécie de "canal de fofocas" da escola (daí o título Curyoso, trocadilho que eu ppretendo manter, agora por uma questão 'histórica'). No começo ele era uma bagunça: piadas, coisas coladas da internet, fotos, bobeiras, textos mal escritos). Aos poucos ele foi se sofisticando. Comecei a falar de temas pelos quais me interesso, a escrever melhor (4 anos de Letras não é pouca coisa não!), e hoje ele é o que é.

Devo voltar em breve para falar de outros assuntos. E vou procurar colocar mais imgagens por aqui, porque o blog anda muito "só texto".

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

sobre TV : Investimentos sem investir...

Vamos falar um pouco sobre TV.
Recentemente, a Record adquiriu um novo helicóptero para suas empreitadas jornalísticas. O Helicóptero tem ilha de edição, diversas câmeras HD e outras coisas que outras emissoras não têm. Como se não bastasse ter adquirido, o canal gritou aos quatro cantos sobre seu novo brinquedinho.
Hoje, especificamente, a emissora da Barra Funda deve inaugurar seus novos estúdios, com presença do presidente Lula. Como estratégia de marketing, uma série de reportagens do Jornal da Record fala sobre bastidores de produções, produção de séries, novelas, filmes, etc.
Investimentos em infra-estrutura são importantes para fortalecer as bases de um canal. Mas igualmente importante é o investimento em profissionais e produtos bem feitos e bem colocados.
Se considerarmos o horário (impróprio) da novela "Bela, a Feia", a fraca audiência de programas vespertinos e dominicais (vide Geraldo Luís e Ana Hickman), e o enfraquecimento de certas estratégias recentes, a Record corre o risco de investir demais e perder para o SBT.

A Record está mais do que certa em investir. Mas suas estratégias de "cutucar a concorrência" o tempo todo, gritar suas aquisições sem muita humildade, e achar que seus pontos no IBOPE são tão sólidos quanto os pontos da Globo, demonstram ingenuidade e fraqueza.

Apesar de tudo, gostaria de deixar exposta a mnha felicidade por ver o Fantástico com seus menores índices de audiência... eu insisto em bater na tecla de que precisamos de uma TV mais equilibrada em termos de audiência.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Sexta-feira

Hoje é sexta-feira. Para muitas pessoas, o dia mais esperado da semana. Por volta das 18h, calculo (imaginando) que 90% da população brasileira estará voltando para casa (de ônibus, metrô, carro, carroça, burro, barco, a pé, entre outros meios de transporte). Será nesse momento, quando a maioria começa o descanso semanal merecido, que eu começarei a trabalhar.
Ainda não sou um trabalhador completo, desses com 40 horas semanais e salário. Ainda nem me registraram, pra dizer a verdade.
Mas hoje à noite eu dou aula. Sábado, chego às 10h e saio às 16h, para aplicar prova e dar mais aulas. Ainda estou confuso quanto à aula de sábado (afinal, como posso usar o computador se devo seguir à risca o planejamento da aula?

Satisfeito com o que tenho accomplished, eu ainda estou perdido quanto ao que farei no futuro próximo. Afinal, sem dinheiro fica difícil conseguir pagar um curso.

Mas como eu já aprendi a ser tranquilo (ou sempre fui), vamos ao estilo tartaruguinha, devagar e sempre.

domingo, 18 de outubro de 2009

Uma análise ‘profunda’ de um livro ‘não-tão-produndo’


Estou lendo o livro ‘Crepúsculo’, de Stephenie Meyer. O livro seria mais interessante pra mim se eu não tivesse visto o filme. Apesar de ser água-com-açúcar e algumas vezes mal escrito (ou mal traduzido), ele tem uma narrativa eficiente que prende a atenção.
Mas o mais interessante do romance é analisar o que fez com que ele fizesse tanto sucesso entre as adolescentes do mundo todo.
Essencialmente feminino, o livro relata os desejos mais íntimos da mocinha adolescente ocidental do século XXI. A autora americana conseguiu atingir as garotas do mundo todo ao mostrar um jovem vampiro que mescla as duas grandes características paradoxais que as mulheres querem em um homem.
Ora, a nossa sociedade mudou muito nos últimos anos. Antes o homem deveria ser o típico Macho Alfa: viril, firme, forte, musculoso, dono da casa, em oposição à sua Amélia (aquela lá, que era mulher de verdade). Hoje, é imperativo que o homem seja o Macho Beta: aquele homem sensível, que chora, faz a sobrancelha, se depila, passa cremes e se submete a cirurgias plásticas, em total sincronia com a mulher moderna, que é independente, forte, líder.
No entanto, as mulheres ainda querem o macho alfa viril cafajeste, e o personagem Edward é uma mistura ideal dos dois tipos de homens (uma mistura tão ‘ideal’ que as mocinhas só vão encontrar na ficção – sinto-lhes informar).
Em Crepúsculo, Edward (vivido no cinema pelo péssimo Robert Pattinson) é forte, musculoso, protetor da inocente mocinha, e ao mesmo tempo compreensivo (ele até lê a mente das pessoas), educado, inteligente (toca instrumentos musicais) e, claro, rico (afinal, que mulher deseja um pobretão em sua vida?).
É uma pena que a autora Stephenie Meyer não mostre a protagonista Isabella Swan como uma mulher independente, mas sim como uma adolescente perdida, irritadiça e sem uma forte figura paterna em sua vida (Freud explica).
Além de tudo, Edward precisa se controlar para não fincar seus dentes (ou, em interpretação livre, o seu pênis) na amada, o que dá liberdade para a menina lutar com suas inseguranças sem um namorado mala insistindo por sexo (como acontece geralmente nos dias de hoje).
O sucesso é óbvio: o vampiro é o modelo de homem perfeito (ele nem teria problemas em sair de casa para jogar bola, afinal não pode aparecer sob a luz do sol) e povoa o imaginário das meninas.
Não sei como a quadrilogia termina. Espero que, no mínimo, a personagem feminina encontre outras prioridades em sua vida que não sejam seguir o namorado, abandonando tudo.

Dizem que a série de livros do Harry Potter não é sobre bruxaria e aventura, mas sobre a morte. Começo a acreditar que a série Crepúsculo não é sobre vampiros, mas sobre sexo, e a relação conflituosa homem-mulher.